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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Paul Kuczynski

Vi um link de uma amiga para aquele blog listas de 10, com os trabalhos de  Paul Kuczynski
Trabalhos que criticam e tocam a alma, vale conferir alguns!








Precisa mais falar nada!





quarta-feira, 27 de julho de 2011

Texto de abertura da exposição do Yuri Firmeza

A primeira exposição individual do artista plástico Yuri Firmeza, intitulada Vida da Minha Vida, ainda pode ser vista no Centro Cultura BNB
Mas o que mais me chamou a atenção foi o text-abertura da exposição:

Esvaziar


Pressões que vêem de muitas partes querem fazer-nos ver vácuos onde há vazio: livros de economia e de auto-ajuda querem nos convencer de que, tornados sinônimos, vácuo e vazio devem ser superados. Assim, pela constante necessidade de seu preenchimento, o vazio tem tido suas forças evacuadas.


Também livros de arte às vezes querem nos convencer do mesmo: são várias as forças que acreditam que arte é o que deveria preencher os supostos vácuos da vida. Muitos são os artistas que então replicam perspectivas ocidentais que tornaram sinônimas - como em algumas religiões e políticas - as ideias de morte e de vazio. Tementes à morte, dedicam-se ansiosamente a preencher a vida.


Mas há outros artistas - ou não - para os quais o vazio não indica o esfalecimento do viver, mas, contrariamente, abre espaço para uma experiência mais libertária de vida. Para esses, como para a artista Lígia Clarck, o vazio não é um vácuo improdutivo, senão vazio-pleno. O "vazio-pleno" contém todas as potencialidades. "É o ato que lhe dá sentido". Diferentemente de sua versão estéril, o vácuo -, o vazio pleno está prenhe como grávidos são todos os zeros, e há que ser experimentado. É o que, à sua maneira, faz A Vida da Minha Vida, primeira experiência individual de Yuri Firmeza.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Croquis e desfile

Dei uma sumidinha básica...
simplesmente sem saco de passar por perto do computador...
E sem tempo também...
Volto então com os croquis dos looks que irão pra o desfile do dia 2(acho) de Dezembro, do final de semestre das disciplinas Planejamento de Coleção e Criação III da UFC
O pessoal do Planejamento vai apresentar um look cada um, já que são muitos alunos. O tema é "Sagrado e Profano" e o estilo dos looks são vanguarda
Já a galera de Criação III, aonde eu estou inserida, apresentarão 2 looks conceituais. Foram divididas várias equipes por tema: Psicodelia, que é o meu, Picasso, Glam Rock, Literatura de Ficção...
O desfile acontece no Mac, Museu de Arte Contemporânea, lá no bloco da Arquitetura. Mais detalhes mais tarde.


Meu sub-tema é Psicodelia Brasil, essa é a família que escolhi pra desfilar com modelos longos e plissados. A de cima tem aplicação de tecidos e a de baixo é toda tingida e pintada manualmente. Estou fazendo tuudo. E é também por isso que ando sem tempo

Além disso, nós da turma de Oficina de Vídeo, vamos produzir vídeos-performances com alguns looks escolhidos. Se tudo der certo, os vídeos serão exibidos no dia do evento e posto aqui também.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Zupi - Quero te ver lá

 Foi entre os brindes do R Design que conheci a revisata Zupi, que é basicamente uma reunião dos trabalhos de nossos colegas ilustradores. Quem quiser, pode mandar seus trampos e se eles curtirem, publicam sim

"Um dos principais objetivos da Zupi, desde sua criação, foi a de divulgar e fomentar o design. Uma de nossas prioridades sempre foi ter espaços para mostrar trabalhos artisticos e experimentais basicamente de qualquer um que nos enviar suas artes.

Queremos ver o seu trabalho. Estamos interessados naquilo que você faz. Seja trabalhos de ilustração, fotografia, artes gráficas, design, 3d, animação, motion design, tipografia, pintura, grafiti, filme, moda etc. Mas damos uma enorme preferência para trabalhos criativos, artisticos e experimentais. 

Não vamos enganar você e dizer que todos entram na revista. O fato é que temos poucas páginas então precisamos fazer uma seleção com controle de qualidade.

Caso você não entrar nesta edição, não desista, envie outros trabalhos, participe do fama ou da capa no site. Você sempre terá muitas chances de mostrar seu talento."


Todo mês são divulgados os temas da edição seguinte, mas quase sempre os temas são livres
È só mandar um e-mail com a imagem em baixa resolução(JPG- 72 dpi) que, se o trabalho for selecionado, eles mandam um e-mail solicitando os créditos e  imagem em alta resolução.
O e-mail para os envios é  


submit@zupi.org


As imagens são exibidas em duas sessões:


CARNE FRESCA é um espaço dedicado a novos talentos, estudantes ou profissionais brasileiros que estão começando na área. Não perca tempo e envie seus trabalhos. Boa sorte! 

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A GALERIA 
é outro espaço. Todos os trabalhos publicados nesta seção são enviados por artistas, ilustradores, designers, grafiteiros e fotografos dos quatro cantos do mundo.  Definimos algumas galerias temáticas e outras continuam com temas livres. Veja os DEADLINES:








Capa da edição 17




                             Capa da primeira edição
Essa já foi esgotada, mas você pode solicitar as revistas no site da www.zupi.com.br
 Esssa  é a Zupi erótika

 Edição N° 16
Ah, a revista também, segundo o site, deve estar à venda na Livraria Cultura.
A edição que eu tenho custa 14 mirréis



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Resenha Walter Benjamim

Acabei de fazer uma resenha do ensaio do Walter Benjamim, "A Obra de Arte na Era e sua Reprodutibilidade Técnica", e, como achei que o texto foi de grande importância pra minha vida, acho que pode ser muito importante também pra mais alguéns, e por isso compartilho aqui com vocês, a resenha poderia estar melhor, mas confesso que no final já estava dando um soninho.. então, se alguem tiver mais preguiça que eu e precisar dessa resenha, podem roubar, eu deixo, adoro compartilhar com atos "subversivos"
Ah, ouvi falar hoje que talvez Caetano não participe de nosso Reveillón =/. não é certo mas...Tem problema, não, titio Jorge dá conta do recado
Leiam, é muito bacaninha - claro, leia se gostar de arte, cinema e conhecimento.


BENJAMIM, Walter. Obras Escolhidas Vol.1 – Magia e Técnica, Arte e política. Ed. Brasiliense. 11ª reimpressão.São Paulo – SP, 2008

Walter Benjamim, em seu ensaio “A Obra de Arte na Era da Reprodutibilidade Técnica”, vai fazer uma análise sobre as tendências evolutivas da arte nas atuais condições de produção capitalista que se baseiam na exploração do proletariado, como Marx já havia previsto.
O novo panorama artístico põe de lado conceitos tradicionais como a criatividade, gênio, validade eterna, forma e conteúdo, já que a arte evolui junto com a humanidade, e diante de uma nova estrutura social, é natural que se apresente também uma nova forma de expressar e receber a arte.
A obra de arte sempre foi reprodutível. O que se apresenta como novo é a sua reprodutibilidade técnica, que vem evoluindo ao longo da história. A xilogravura se apresentou como um grande avanço na reprodução técnica do desenho, depois veio a litografia, que proporcionou a reprodução em massa de figuras na imprensa e a criação de novas formas de modo mais acessível. Surge então a fotografia, e pela primeira vez na história, a mão era liberada da responsabilidade artística, dando lugar ao olho, que tem a capacidade de aprender mais depressa do que o desenho manual. Dessa forma, o processo de aceleração das imagens experimentou uma profunda aceleração.
No início do século retrasado, inicia-se a reprodução técnica do som, com ela a reprodução técnica atingiu um padrão de qualidade que conquistou para si, junto a uma grande revolução, um lugar próprio entre os procedimentos artísticos.
Benjamim desenvolve o conceito de aura, que se constitui no “aqui” e “agora” de um objeto. Para ele, na reprodução técnica, por mais perfeita que ela seja, está ausente esse caráter, e por isso, sua aura. Para Benjamim nesse aqui e agora está contido a autenticidade da obra de arte. E assim, na reprodutibilidade técnica, a obra perde sua autenticidade.
Em contrapartida, o autor defende que com a reprodução técnica a obra de arte ganha em autonomia e se aproxima do indivíduo. O que se atrofia na era da reprodutibilidade técnica é a sua aura. Mas veremos o quanto essa aura tem tido pouco importância para as massas.
Com a reprodutibilidade técnica, a humanidade sofre um violento abalo na tradição, juntamente com sua renovação. O agente mais poderoso desse processo é o cinema.
Sabemos que ao longo da história, em meio às diversas mudanças e acontecimentos, a humanidade se transforma juntamente com suas formas de percepção, que são condicionadas também historicamente. A situação se ilustra ao observarmos as mudanças na arte ao longo dos tempos. Na contemporaneidade, o grande desafio é compreender o que levou a arte ao declínio da aura.
Na era das massas, a aura se extingue para que se atinja uma maior proximidade dessas massas através da reprodutibilidade. O objeto é retirado de seu invólucro e ele se transporta para um público, mesmo que esteja ausente sua autenticidade, com a produção de sua cópia ou reprodução de sua imagem.
As obras de arte mais antigas surgiram a serviço do ritual. Essa aura sempre esteve ligada à função ritualística da arte. A reprodutibilidade técnica vai emancipar, pela primeira vez na história, a arte se sua função de ritual. Com isso, modifica-se também sua função social e passa a atuar na esfera política.
Com o advento da fotografia a arte pressentia o início de uma crise, que viria a se aprofundar nos cem anos seguintes. Sua reação foi a inseminação de uma nova visão: a inserção da estética da “arte pela arte”, considerada uma teologia da arte.
Nesse novo estágio, o valor de culto começa a recuar diante do valor de exposição. O retrato, que pode ser considerado um culto ao rosto humano, é um fator de resistência nesse sentido. O retrato era o tema principal nas primeiras fotografias.  Quando o homem se retira da fotografia, o valor de exposição supera pela primeira vez o valor de culto.
Com a emancipação da fotografia para outros temas, como a fotografia de paisagens ausentes de pessoas, a obra ganha uma significação política. As imagens vão orientar a percepção num sentido predeterminado. Elas induzem o observador a seguir um caminho predefinido para se aproximar delas. Essa determinação é ainda mais precisa e imperiosa no cinema, em que a compreensão de cada imagem é condicionada pela seqüência das imagens anteriores.
No século XIX, passou-se muito tempo a se discutir o real valor artístico da fotografia em comparação à pintura. A polêmica foi, na realidade, a expressão de uma transformação histórica. A época não se deu conta da refuncionalização da arte. Porém, a invenção da fotografia vai alterar a própria natureza da arte e causar diversas transformações nesse setor. Um grande exemplo disso são movimentos como o impressionismo, que revolucionava a maneira se apresentar a imagem, de uma forma totalmente nova.
Mas tudo isso é só o começo para o que viria com o surgimento do cinema, que causou grandes reações de teóricos, que faziam um esforço para ligar o cinema erradamente ao culto.
No cinema, a reprodutibilidade técnica se torna obrigatória para sua existência. Enquanto que um quadro poderia ser comprado por uma pessoa que o colocaria em sua casa para exibição privada, com o cinema isso não acontece. O filme é uma coleção da criatividade, feito pensando nas massas, na era das massas e para as massas.
Voltando no tempo, podemos perceber que a produção artística começa a serviço da magia. O que importava nas criações era sua existência, e não que elas fossem vistas. Na atualidade, a esponibilidade é uma condição para a legitimidade da arte.
Assim, como Christian Metz, Benjamim também cita o fato de que no cinema os cidadãos comuns, trabalhadores desse sistema, se alienam de sua humanidade, ou, como fala Metz, de sua realidade. “Com a representação do homem pelo aparelho, a autoalienação humana encontrou uma aplicação altamente criadora.” (p.180 – grifo do autor)
A natureza ilusionística do cinema está inserida em seu processo de montagem, que leva ao cinema seu caráter de perfeição, já que é uma arte totalmente controlada, um procedimento puramente técnico.
O grande empecilho para que o cinema se torne uma ferramenta eficazmente política é sua exploração pelo capital. O capital cinematográfico dá um caráter contrarevolucionário às oportunidades revolucionárias imanentes a esse controle. Esse capital vai estimular uma nova forma de culto – o do estrelato, e por conseqüência, o do público.
Porém, com todo esse advento do cinema no capitalismo, vemos também, uma parte dessa massa excluída desse fenômeno cinematográfico, com a falta de condição de consumir ou mesmo compreender o cinema. Mesmo assim, a indústria cinematográfica tem todo o interesse de estimular a participação das massas através de concepções ilusórias e especulativas, com o uso do aparelho publicitário, podo a serviço a carreira e a vida pessoal das estrelas, corrompendo o interesse original das massas pelo cinema, se tornando também um interesse em sua consciência de classe.
Na arte contemporânea, quanto mais ela se afastar da original e se orientar à sua reprodutibilidade técnica, maior será sua eficácia, já que a demanda agora é por quantidade – quanto mais pessoas atingir, mais perto estará de seu objetivo. Talvez por todos esses fatores já acima referidos, a arte dramática se encontre em crise nesse sistema.
Em uma comparação com a arte pictórica, o autor fala de uma distancia existente entre o pintor, sua obra e a realidade, enquanto que o cinema penetra profundamente no corpo da realidade. Para o homem moderno, a descrição cinematográfica da realidade é muito mais significativa que a da pintura, porque ela oferece uma realidade livre de qualquer manipulação, graças a seu procedimento de penetrar, através do aparelho, na realidade.
Com o cinema, a arte se torna mais progressista. Essa virtude está ligada entre o prazer de ver e sentir por um lado  e a atitude especialista de outro.Quanto mais se reduz a significação social de uma arte, maior fica a distancia, no publico, entre a atitude de fruição e a atitude crítica.
Nessa relação homem aparelho, o homem representa não apenas a si mesmo, mas ao próprio mundo, fazendo-nos vislumbrar os condicionamentos de nossa existência. O cinema nos abre pela primeira vez o fenômeno do inconsciente ótico, que nos faz acreditar na ilusão da realidade proposta, que por trás das câmeras corresponde a luzes, aparelhos, maquiadores, equipe técnica, cortes, tomadas. E que à frente de nossos olhos parece um  novo mundo de sonhos.
Enquanto que as massas procuram na obra de arte distração, o conhecedor vai atrás de recolhimento. Para as massas a obra de arte é objeto de diversão, e para o conhecedor, objeto de devoção. Quem se recolhe diante de uma obra de arte, mergulha nela e nela se dissolve. A massa, distraída, faz a obra mergulhar dentro de si. O cinema se encaixa perfeitamente na demanda dessas massas, oferecendo uma dominante tátil de distração.
Benjamim conclui que o cinema é atualmente o objeto de maior importância  dentro da ciência da percepção que os gregos denominavam estética, já que ele penetra profundamente na aura da sensibilidade das pessoas, tendo a capacidade de tocar as massas mais imunes de sensibilidade.


 Buenas, Tchaaau

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Minha oficina R Design

Bom, meus últimos dias têm sido uma loucura, sem nenhum tempo pra me dedicar ao blog.
Talvez pelo stress e pressão, fiquei doente e baqueada em casa...nos dois últimos dias não saí na rua...
Mas consegui já preparar minha oficina pro R Design, que vai ser na segunda-feira, dia 11/10
Vou ensinar a fazer carteirinhas de caixa de leite longa vida, pra diminuir o impacto ambiental, estimular o consumo consciente e proporcionar um novo ciclo às caixinhas, e, claro, fazer um protesto ao uso de couro nas tradicionais carteiras.
A carteira fica linda e difícil e imaginar que foi feita da caixinha, além de ter uma boa durabilidade e dar pra guardar tudo: documentos, dinheiro, cartão...






O R Design acontece a partir de amanhã, do dia 8 a 12 de Outubro no Campus do Pici.
Durante o dia acontecem oficinas, palestras, grupos de discussões, mostra de vídeos e vetsuário, com participantes do Norte e Nordeste, entre profissionais e estudantes da área de design.
E toda noite tem festa

Dia 8 - Press Start: Escolha seu Personagem!
Vai ser Cammy ou Chun Li? Scorpion ou Sub-zero? Valete ou dama de paus? Escolha o seu personagem e venha se jogar o som de:
23:00 - The Big Apples 
00:00 - Sátiros 
01:00 - Selvagens à procura de lei 



Dia 9 - Em Busca da Rapadura Perdida!
Pra já ir aprendendo a boneca:



Encontre as rapaduras e tenha uma surpresa! Todo matutinho merece uma festinha brejeira como essa. E olha quem vai animar o terreiro:
22:00 - Forró pão com ovo 
23:00 - Leite de rosas e os alfazemas 
00:00 - Água de quartinha 



Dia 10 - Festa Para Dominar o Mundo
Pra já ir posicionando os soldados:


Você vai conseguir cumprir seus objetivos ou vai esperar alguém te escolher como terceiro continente? Se jogue no tabuleiro ao som de:


22:00 - Ginger

23:00 - Sexy Bussiness
00:00 - DJ Daniel Prazeres

01:00 - DJ Iana

02:00 - DJ Bru


Dia 11 - California Games
Pra já ir escolhendo o biquini:
São muitos os jogos que podem acontecer na praia, ainda mais com as meninas todas produzidas e posistas com seus looks pin-up. Twist and shout com:

22:00 - Four Thinking Heads

23:00 - Záz

00:00 - Ska Brothers

01:00 - DJ Agulha sounds

02:00 - DJ Agulha Sounds





segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Oficinas R Design

Bom , não vai me dizer que vai perder a oportunidade de participar do R Design agora que vai ser cá em nossa terrinha.
Vamos todos em busca da rapadura perdida!
E pra te deixar com mais vontade ainda, vou te mostrar as oficinas que vão rolar, já fora apresentados os selecionados. E eu estou lá! Vou ensinar a fazer carteiras de caixinhas Tetra Pack. Todos convidados!


Quests Selecionadas


Abraão Gomes - O calçado feminino na prancheta

Release da oficina: O mergulho abordará como se desenha calçados femininos de forma prática e eficiente. Serão apresentados os tipos de calçados femininos, e posteriormente, desenharemos um modelo, um conceito, para cada tipo de calçado. Será levado um modelo de cada tipo de calçado para facilitar a compreensão dos tipos de calçado feminino, e suas partes principais, entre eles destacamos: Rasteiras, sandália de salto médio e alto, Anabela e Meia-pata.

Bruno  Santana - Styling e Produção de Moda

Release da oficina: Noções de Styling e produção de moda para desfiles e editoriais. Desde a escolha do elenco, passando pela definição de looks, até a direção de arte.


Carla Galvão - 
Moulage

Release da oficina: A Moulage é uma técnica de modelagem de roupas que tem origem Francesa. Através dela é possivel desenvolver moldes de forma tridimensional, diretamente no corpo do manequim. Por ser uma técnica que utiliza o tecido e o corpo já no processo da criação, ela permite um caimento perfeito para a roupa. 
Em comparação com a modelagem plana, que é desenvolvida no papel para em seguida ser transferida para o tecido, exigindo uma série de cálculos e a observação de várias regras, a moulage pode ser considerada de assimilação mais simples, pois, ainda no processo de criação, já é possível ter uma prévia do resultado, mas o seu bom desenvolvimento exige certa prática. Esta técnica é muito antiga, mas sendo resgatada pelos profissionais da moda nos últimos anos, com adaptações para as atuais necessidades da indústria do vestuário.

Davi Sombra - Ilustração de Moda: história e identidade

Release da oficina: A ligação entre ilustração e indumentária estabeleceu-se a partir da segunda metade do século XVII, quando o inglês Wenceslaus Hollar foi responsável pela criação de mais de gravuras que visavam representar a indumentária da época. Antes mesmo disso, os retratistas e mestres da pintura preocuparam-se em representar a vestimenta em suas telas, mesmo que essa não fosse sua principal intenção. Desde então, a interação entre moda e desenho só fortaleceu-se. 
A criação das primeiras publicações voltadas ao público feminino acompanhou o surgimento das primeiras imagens que traduziriam visualmente o que era ou não moda. Durante muito tempo a ilustração de moda permaneceu unânime em sua função de traduzir e comunicar tendências de comportamento em livros, catálogos, revistas, posteres e demais instrumentos de publicidade. A partir dos anos 1940 até o final do século XX a figura do ilustrador perdeu destaque nas publicações de moda e a fotografia se consolidou como principal forma de publicidade, o que obrigou a ilustração de moda a se reinventar. Novos artistas surgiram, novas técnicas e novos suportes, principalmente com a ascensão da internet como maior meio de comunicação nos últimos anos. Quem ganha posição de destaque nesse momento são ilustradores que compreendem seu tempo, que se distinguem através de estilo e temáticas próprias. A necessidade de diferenciar-se, o surgimento de novas escolas de arte e moda e principalmente a variedade de meios para se criar um desenho garantiram que a ilustração voltasse a ocupar espaço na moda. Tornando-se novamente procurada e admirada, aumentando assim, sua área de interferência. Enquanto o croqui tem por principal função retratar a ideia do estilista para que ela seja executada, a ilustração possui em si significados maiores. Ela carrega o estilo do ilustrador, seus interesses e principalmente, representa a fantasia e sensação que a roupa e a moda podem transmitir. Justamente por possuir uma dimensão maior que a do croqui, ela pode extrapolar o uso de cores, formas e ideias, comunicar algo que supere a figura da roupa e sua mera representação. A ideia da oficina é justamente sair da segmentação que a ilustração ganha ao ser vista apenas como desenho de moda, é preciso repensar os suportes, desligar-se de padrões, das doutrinas do desenho clássico. O suporte não precisa ser um corpo de oito e nem de nove cabeças, as proporções e o figurativismo podem ser repensados para garantir originalidade e buscar mais o estilo do que a representação.


Davi Jose da Silva - 
Sketch o que?!
Release da oficina: Nossa mente está em constante trabalho, vemos imagens, lemos coisas, interligamos tudo ao nosso redor. Como estudantes de Design esse processo se acentua ainda mais: estamos sempre olhando, analisando, comparando tudo o que vemos, seja marca, produto ou websites. Junto a todo esse pensamento – que vem ordenado ou não, fazendo ou não sentido – temos inúmeras ideias. Estas estão relacionadas ao trabalho da faculdade, ao freela da vez ou até mesmo ao nada, mas é uma ideia. Ideias não podem ser desperdiçadas. Essa é a importância de um Sketch Book ou "caderno de rascunho". Ele deve acompanhar o designer o tempo inteiro, como uma agenda, mas não de compromisso, e sim de inspirações, intuitos. Essa oficina se propõe a montar o sketch book e ensinar não só alguns processos criativos, com técnicas de impressões e soluções manuais para futuras aplicações, mas também ensinar a fazer o próprio caderno, com uma técnica de encadernação diferente da chinesa, mais usual. É uma oficina interessante pra quem quer estimular sua criatividade e ter um cantinho da memória a salvo bem ao alcance das mãos.



Demilton Alcântra - 
Alakazin Alakazam, idéia na cuca e papel na mão

Realese da oficina: A pratica do desenho é um exercício constante na vida do Designer, pois, seja no sketch, arte final, ou mesmo renderings. É através dele que será exposto suas ideias. Na oficina será abordado técnicas de desenho a mão livre. Perspectiva, forma e volume. Luz e sombra de um produto.


Diego Neves -
 Amassando no Ceará

Release da oficina: Uma oficina ideal para relaxar durante o calor de um evento e de uma cidade também. Aqui você aprende como massagear delicadamente aquele seu grande amigo/amiga ao qual você deve um favor ou aquela paquera que você quer impressionar. Então vamos aprender a amassar.


Ely Esdras - 
Design Sensorial
Release da oficina: Será a apresentação de um estudo sobre o cérebro humano através de slides e vídeos. Um Mergulho dentro da mente humana, que abordara a emoção sob a perspectiva do design, com um enfoque teórico das ciências cognitivas para trazer uma visão singular do lugar da emoção e da percepção humana no design das coisas que nos cercam para pormos em prática nos nossos projetos. Muito alem de entenderem melhor como o nosso cérebro interpreta determinadas cores, texturas, luzes, linhas e curvas. Os participantes dessa oficina entenderam mais sobre a percepção, o comportamento e os parâmetros de pensamentos humanos. Ou seja, entenderam por que adoramos ou detestamos o design das coisas.


Felipe Vellozo - 
Caricare!
Release da oficina: Uma atividade para mostrar que caricatura é muito além do que apenas um retrato deformado.


Guilherme de Souza Monteiri - 
Engenho de cores com corel e photoshop
Release da oficina: A oficina traz o desafio para quem deseja desmistificar os mistérios que rondam um dos mais perigosos mundos da imagem e da pintura: o mundo virtual. Esse mundo é repleto de desafios e, ainda assim, para o designer, aventurar-se por ele é imprescindível para atingir objetivos da transmissão de ideias com mais realismo através da representação gráfica. 
A aventura começará com uma breve explanação sobre a utilização dos programas gráficos para a criação, pintura e manipulação na hora da renderização. Com uma abordagem lúdica, trará uma metodologia filosófica e tentará abrir a mente dos aventureiros para a melhor utilização de tais programas e a sua aplicação em projetos e trabalhos. A oficina oferecerá um mix de ferramentas básicas e de nível médio dos programas COREL DRAW e ADOBE PHOTOSHOP. Mostrará como utilizá-los de maneira criativa para a vetorização de imagens e criação de figuras no COREL DRAW e, em seguida, como renderizá-las no ADOBE PHOTOSHOP. Uma imagem ou ilustração bem manipulada pode atingir os objetivos que foram traçados, mas a utilização de maneira errônea pode gerar não só a má interpretação, como também a possível inversão de objetivos. Com isso, além de não atingir as metas, a má representação poderá gerar a descredibilidade da imagem e, consequentemente, do produto ou serviço que está sendo oferecido. Com isso a oficina objetiva proporcionar o ambiente ideal para o enriquecimento de conhecimentos acerca desses programas gráficos, que são muito úteis na longa jornada em busca da rapadura perdida, tanto acadêmica como profissional.


Iana quezia - 
Em busca da batida perdida
Realese da oficina: O participante aprende a desenvolver a prática utilizada pelos DJ s, conhecendo desde a sua história e cultura até o manuseio de equipamentos e as técnicas de mixagens. O aluno terá acesso ao universo que compõe a atividade de um DJ. Conceitualmente é a criação, manipulação e organização de elementos sonoros.


Ikamahã Felisberto Lopes - 
Luz, Camêra, Animação!
Release da oficina:Pretendemos nesta oficina despertar a criatividade para a produção de um stop-motion experimental, utlizando elementos não-sofisticados, e, a partir disso, elaborar uma simulação de mini-games, ressaltando assim a idéia do lúdico, do imaginário e, principalmente, da simplicidade de uma animação em Stop Motion.


Jacqueline  Bezerra - 
A História da Moda do Século XX contada pelo Cinema
Release da oficina: Na oficina A História da Moda do Século XX contada pelo Cinema, iremos mostrar os tipos de vestuários usados durante o século XX, suas motivações, diferenciações, como foram retratados pelo cinema e ainda a influências dessas tendências na moda atual. Mostraremos ainda, a influência do estudo da História da Moda na criação de figurinos.
 Usaremos diversos filmes conhecidos pelo grande público como exemplos, para que a nossa explanação seja mais objetiva e acessível.


Keila Vasconcelos Fernandez - 
Brincando de Boneca
Release da oficina: A oficina traz toda a diversão presente na brincadeira de boneca, porém, com uma abordagem voltada para a atividade projetual: a modelagem de roupas para bonecas.


Liandro Machado - 
Técnicas analógicas de ilustração
Release da oficina: A idéia da oficina é empregar o desenho a partir de fotografias como base para o desenvolvimento de ilustrações temáticas com a utilização de materiais analógicos diversos. A partir da escolha de um tema e de uma fotografia/fotomontagem de referência, visa-se trabalhar o processo de observação e estilização das formas no desenho linear, bem como desenvolver o uso experimental dos materiais e explorar técnicas de acabamento e possibilidades criativas voltadas à elaboração de ilustrações para aplicações diversas.


Lidiane Mendes - 
Figurinos e Afins
Release da oficina: Analisaremos textos teatrais e criaremos figurinos a partir demateriais alternativos. Através do desenho do croqui clássico transformaremos os desenhos em peças exóticas e faremos desfile ou exposição ao final da oficina.

Maximilliano Marques da Motta - 
Ilustração: Do tradicional ao  digital
Release da oficina: A oficina tem como principal objetivo, quebrar uma certa barreira que algumas pessoas poem na questão da ilustração tradicional/digital...como se as duas não pudessem andar juntas.


Monik Kely dos Santos -
 Maquininha de stickers
Release da oficina: Estamos imersos em um mundo de imagens no contemporâneo. Já que estamos cercados por imagens com os stickers, adesivos podemos espalhar nossas idéias. A oficina propõe a confecção de stickers de vinil ou contact tanto para intervenções urbanas quanto para decoração. Na oficina será apresentada um pouco da história da sticker art e em seguida será feita a parte prática de confecção dos stickers.

Rafael Formiga - Persona Card Game - 
Metodologia Lúdica Aplicado ao Game Design
Release da oficina: Persona Card Game (PCG) é uma metodologia de projeto baseada em jogos de baralho e que pode ser aplicada a qualquer área de design. Jogando o PCG é possível, de maneira bastante rápida, projetar artefatos físicos ou digitais baseados nas afinidades e necessidades de determinados grupos de pessoas. Esta oficina se propõe a utilizar o PCG para a criação coletiva de propostas de jogos digitais - seus estilos, dinâmicas, personagens e arte conceitual.


Renato Fernandes - 
Oficina de concept e modelagem de personagem toy art
Release da oficina: O encontrista terá a oportunidade de ter acesso a técnicas de criação(concept art) e modelagem tradicional (isso mesmo, sujar a mão com cera!) de personagens toy art. Serão apresentada ainda noções de fabricação de molde de silicone, réplica em resina e acabamento (lixamento, pintura, etc.). A idéia é que cada encontraste saia exibindo um toy art criado por ele!!

Ronaldo Mota - 
Desenvolvimento de personagens 3D para jogos
Release da oficina: Desenvolver a criatividade e vislumbrar soluções em 3D de personagens para inserção em jogos e/ou animações.

Rondinei Silva Lima - 
Sentidos e significados: Um jeito diferente de aprender semiótica
Release da oficina: A linguagem é considerada, entre outros conceitos, como sendo a capacidade humana de articular significados coletivos em sistemas arbitrários de representação que são compartilhados e que variam de acordo com as necessidades e experiências da vida em sociedade. Sendo a principal razão de qualquer ato de linguagem a produção de sentido. 
Importa ressaltar que o entendimento de que as linguagens e os códigos são dinâmicos e situados no espaço e no tempo, com as implicações de caráter históricos, sociológicos e antropológicos que isso representa. Seria isso Design? Não seria a essência do design essa linguagem codificada de intenções do e para o indivíduo? Nesse sentido, com o auxílio da teoria da informação e através de uma proposta lúdica,
surge a proposta Sentidos e Significados: Um jeito diferente de aprender semiótica. Através dos conceitos semiológicos Peirceano, aliados aos conceitos da teoria de informação, propõem-se uma dinâmica lúdica para trabalhar os diversos tipos de linguagem do indivíduo, no intuito de evidenciar o caráter sígnico dos códigos linguísticos que possam ser utilizados no design.

Rosendy Jess Fernandez - 
Desenvolvimento de Produtos sustentáveis utilizando a metodologia LCA "Life-Cycle Assessment"
Release da oficina: Esta quest visa fazer o redesign de um produto simples, em um produto sustentável, utilizando a metodologia de "Life-Cycle Assessment" (LCA – Avaliação do ciclo de vida) com auxílio de um software de análise e avaliação do impacto ambiental (SimaPro)


Salvia braga pinheiro - 
Confecção de carteira com embalagem longa vida
Release da oficina: Aproveitando as embalagens de longa vida, as famosas Tetrapack, que são um material bem complicado de ser reciclado, faremos carteiras artesanais personalizadas, contribuindo para diminuir a degradação do meio ambiente, utilizando um material ecológico, diferente do couro ou mesmo do plástico que são utilizados para fazer as carteiras normalmente, além de apresentar esse produto cheio de personalidade e de durabilidade às pessoas para que possam aderir ou presentear a carteirinha ecológica.


Tássia de Freitas Nogueira - 
Metodologia Projetual: Design na Dimensão Semântica
Release da oficina: O método para o design na interação semântica se constitui a partir da interação significante promovendo um redesenho da natureza/personalidade dos produtos a fim de que possam expressar suas funções. Expressões essas obtidas a partir de pesquisa com usuário.
 
Este tipo de metodologia é relevante ao designer, pois permite que o mesmo tenha a noção formal que seu produto final irá possuir ao entrar em contato com o usuário destinado. Permite também conhecer os possíveis erros de projeto, a fim de que as correções passíveis de serem feitas permitam que este produto adquira novas características e se harmonize com o público, pretensão esta inerente a todo designer

Aos interessados, as inscrições já estão no segundo lote:

Estudante: R$ 75,00
Profissional: R$ 95,00
Alojamento: R$ 20,00
Alimentação: R$ 25,00

O terceiro lote e o preço pra quem fizer a inscrição na hora é R$ 90,00 pra estudantes e 
R$ 110,00 pra profissionais.